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O que importa é a PERCEPÇÃO

O que importa é a PERCEPÇÃO

Tenho me deparado inúmeras vezes com situações onde o outro não se reconhece e onde eu mesma não me reconheço.
Em situações de feedback ou mesmo no dia a dia dos relacionamentos a situação se repete, constrange e incomoda.

Quem eu sou? Como me percebem? O que de fato é a verdade?

Bem, o autoconhecimento é extremamente importante para que possamos nos posicionar frente ao outro e aos cenários que se apresentam.
Outro fato também importante são os papéis que representamos, porém todos eles são permeados pelo que somos e acreditamos.
Ao longo da minha história eu fui assimilando falas que diziam quem eu era na percepção do outro e, com a maturidade, percebi que eu não queria ser o que falavam, mas eu queria ser o que me fazia sentir inteira, verdadeira comigo mesma e feliz.
Outro fato interessante foi a forma como comecei a lidar com a percepção do outro em relação a mim.
Em primeiro lugar é preciso abrir a guarda e ouvir atentamente o que se diz. Depois eu preciso avaliar com calma e olhar para o histórico produzido, porque nele residem as ações e percepções.
Quando eu me perceber na fala do outro, o único caminho possível é a mudança.
A mudança inicia quando eu me percebo, entendo que o comportamento não é benéfico para as minhas relações e depois exige treino, muito treino.
Mudar comportamentos e atitudes é como largar um vício ou iniciar uma atividade física, primeiro consciência, depois avaliação e por fim disciplina.
Porém eu também posso não me reconhecer na fala do outro, desde que não seja por arrogância ou inflexibilidade.
A percepção que eu passo é minha foto momentânea e pode, eventualmente, estar desfocada.

Nestes casos, o que fazer?

O melhor caminho é a introspecção que precede a ação. Eu me reconheço, busco consistência na argumentação do outro e, melhoro o foco da percepção em relação a mim mesma.
É preciso lembrar que eu sou sempre responsável pelas percepções geradas e que o foco que falta na fotografia é minha responsabilidade.
Pode ter sido eventual, mas isto não exime minha responsabilidade.
Às vezes o que diverge é nomenclatura, mas o fato deve ser analisado e gerar reflexão..
Pois bem, o que eu chamo de mágoa o outro chama de evitar uma relação que não agrega valor e, esta é uma enorme diferença de atitude.
Deixe claro para você mesmo qual é o seu comportamento frente a fatos e circunstâncias, para que a qualidade das suas fotos não fique comprometida.

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17mar

Ser Mulher