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Confiante e Confiável

Confiante e Confiável
“A bondade em palavras cria confiança; a bondade em pensamento cria profundidade; a bondade em dádiva cria amor.” – Lao-Tsé
Estes dias me pus a pensar nos laços que criamos na vida. Passamos pelos lugares e vamos deixando laços de afeto, cumplicidade, amizade e confiança.
Estes laços são de fundamental importância nas relações pessoais e agregam valor significativo para a construção de equipes sólidas e maduras.
Neste texto, vou me ater à confiabilidade das relações e como podemos evoluir para ela.
Eu acredito que equipes, cuja confiança se estabelece entre os membros, são equipes que produzem mais e se comportam com mais motivação frente aos desafios.
Ocorre que, o ambiente corporativo, pode ser hostil e afetar a confiança entre as pessoas e causar danos às equipes de trabalho.
Um líder maduro, deve estabelecer com suas equipes relações de confiança que se constroem dia após dia.
Não é possível ter um equipe confiante e confiável num piscar de olhos, este é um processo que amadurece ao longo do tempo e o líder deve dar o tom.
Confiar é acreditar, é entender que não há entrelinhas a serem subentendidas, e se elas existem, é preciso explicitá-las.

Você confia nas pessoas? Em quais pessoas você confia?
Confiar é também entender que poderá haver percalços, mas que eles serão discutidos e perdoados.
Muitos preferem estancar o processo quando os percalços acontecem, outros preferem fingir que não os viram, e a partir daí, sacrificam o relacionamento porque sofrem com o assunto mal resolvido.
O que é melhor? Deixar pra lá e viver sofrendo consigo mesmo e com o outro. Colocar um ponto final e nunca mais falar sobre o assunto ou a pessoa?
Sinceramente, já fiz as duas coisas e nunca deu certo.
Colocar um ponto final e não falar sobre o assunto me fez repensar o tempo todo na mesma situação, me fez sofrer várias vezes por um único fato.
Por outro lado fingir que não aconteceu também não me trouxe o resultado esperado, a confiança se quebra, as palavras soam vazias e sem expressão.
Embora, a convivência pareça pacifica, há um tremendo bloco de gelo que se esconde embaixo da água e que fará estragos quando emergir.

Mas então o que fazer?
Tenho esperado pelo meu tempo pessoal, mas prefiro discutir o assunto com alma, ouvir as razões do outro e seguir em frente.
Também tenho experimentado que meu tempo não é uniforme, que algumas situações digerem mais rápido que outras e que o tempo é meu, mas há também o tempo do outro.
Por isso eu diria que relações de confiança se estabelecem no respeito ao outro, na disposição de perdoar e na capacidade de se comunicar. Tudo isto junto fará as relações mais leves e verdadeiras.

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17mar

Ser Mulher