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A decisão de cada dia

Napoleão Bonaparte dizia que nada é mais difícil, e por isso mais precioso, do que ser capaz de decidir.
No entanto, as decisões permeiam nossa vida em todos os momentos, dos mais simples aos mais complexos e são de extrema importância para os resultados que desejamos obter.
Qual o melhor caminho para chegar ao trabalho? Que roupa vestir? O que comer? Quais palavras dizer em determinadas circunstâncias? E tantas outras coisas que decidimos num único dia.
Para as tomadas de decisão mais complexas tem se inúmeras metodologias que podem contribuir para que o processo seja elaborado de forma mais assertiva, porém, em minha opinião, todas as decisões deveriam seguir o mesmo padrão metodológico e evitar-se a mesma decisão ao longo do tempo.
O que muitas vezes repetimos é a mesma decisão para casos semelhantes, parecidos ou quase iguais que, na verdade, pode nos levar ao erro recorrente ou ao aparente acerto.
Decidir em sua origem vem o latim DECIDERE, “determinar”, definir formado por DE-, “fora”, + CAEDERE, “cortar”. Muitas vezes uma decisão implica em cortar fora uma ou várias das possibilidades. E do que isto depende?
Ao analisarmos as situações cotidianas percebemos que elas podem parecer iguais mas não são ou ,no minimo, quem decide não é a mesma pessoa.
Heráclito disse que um homem não pode banhar-se duas vezes no mesmo rio, pois na segunda vez já não será o mesmo, uma vez que aquela água já se foi, e é outra…
Você pode banhar-se no mesmo rio diversas vezes. Entretanto nunca poderá banhar-se na mesma água daquele rio duas vezes. Você poderá entrar no mesmo rio diversas vezes. Mas nunca será o mesmo, a cada vez que nele entrar.
Assim como a água de um rio que passa por uma pequena região, numa pequena cidade ao longo de diversas gerações, somos nós. A cada dia temos novas experiências acerca de nós mesmos e estas experiências fazem com que sejamos diferentes momento a momento.
Assim são as decisões, novas a cada dia porque eu me renovo, o cenário muda, os atores são outros.
Por outro lado há de se analisar as possibilidades que temos para então, tomar a decisão que se considere mais adequada.
Se fizermos isto, em todas as decisões, criaremos um método mental de decisão que nos fará avaliar de forma criteriosa as possibilidades, o cenário, os atores e, então, fazermos a melhor escolha, para aquele momento.
E os critérios de avaliação? Será que são importantes para a decisão final? Quando estabelecemos critérios decidimos sobre as vertentes importantes que nortearão a decisão final.
São escolhas que se sucedem, de forma a construir a decisão mais complexa e final.
Ao estabelecer critérios de qualidade ou quantidade, preço ou tempo estaremos sinalizando sobre qual é o caminho delineado para aquele momento, para aquela escolha.
A partir daí cabe analise da situação com base nos critérios para então tomar a decisão.
O que devemos buscar em tudo é a melhor escolha para o momento atual! Pense nisto!

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17mar

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