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A Força do Hábito e o Exercício da Mudança

“O que não te desafia, não te transforma” – autor desconhecido

A força do hábito e o exercício da mudançaTodos já ouviram a velha máxima de que uma pessoa é reflexo de seus hábitos. A leitura antes de dormir, o cafezinho depois da refeição, o bom dia – ou o silêncio incômodo – no elevador. Pequenos gestos que se repetem dia após dia e cristalizam um jeito de ser. Quando percebemos, somos rotulados por algum comportamento banal, mas característico.
Se isto tem um lado confortável, que nos coloca no piloto automático e deixa brechas para outras atividades; por outro lado, estes hábitos também nos engessam em um ambiente desfavorável para inovar.

A melhor maneira de usar a força do hábito é praticar o exercício constante da mudança. Em pequenos detalhes. Imperceptíveis para quem não observa mais atentamente, mas com grandes resultados para quem arrisca.

Conversar com interlocutores diferentes, mudar o canal da TV, ouvir aquela música criticada ou tentar entender o ponto de vista opositor. Que tal dispensar o elevador e encarar uma escada? Estas mudanças têm o poder de nos tirar da zona de conforto do cotidiano.

Dá vontade de voltar atrás? Claro! Ainda mais porque estes hábitos são simples e não provocam alterações substanciais na nossa vida. Mas, com certeza, é um treino que nos capacita para mudanças mais drásticas e transformações necessárias, que estão sempre à nossa espreita.

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Autor: Alice Sosnowski
Fonte: O pulo do gato

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